hong kong



Não esperava gostar de Hong Kong. Para mim, seria uma parada conveniente, uma possível porta de entrada para a China (e isso foi mesmo, u-hu!) e uma desculpa para ir até Macau.



Enquanto Macau deixou mesmo a desejar, surpreendentemente me encantei por Hong Kong. O Tiago continuou firme e forte na sua missão de me aturar e fomos super (mega ultra master) bem recebidos pela Daisy, que de cara nos encontrou no The Peak e nos mostrou um ladinho carioca da primeira grande metrópole asiática.



Fiquei com a leve impressão de que Hong Kong já viveu seu ápice e perdeu seu posto de proeminência na competição mundial por skylines cada vez mais megalomaníacos.

Mas isso não enfraquece a experiência – está tudo lá: prédios de mais de 100 andares, ruas movimentadíssimas – por falta de um superlativo BEM mais intenso – e o famoso horizonte vertical. É tanto prédio, que até olhando diretamente para cima pode ficar difícil de ver o céu.

skyline

Hong Kong é fácil. Apertadinho, frenético, mas confortável. As pessoas são atenciosas, pacientes, menos nervosas que na China continental. Parece um lugar de luxos – me pareceu que perdi uma parte da cidade pelo meu limitado poder aquisitivo. Mas, olha, me meti numas biroskas – e em outros lugares não tão biroskas assim – bem boas.



Também era temporada de tufão, o que deu um tempero a mais à viagem deixando a gente mais uma vez boquiabertos com a organização asiática. Um sistema simples, eficaz e rápido – andamos pela cidade o dia inteiro e foi muito, muito fácil – sem sequer precisar acessar a internet ou sair do rumo – saber qual era o nível do tufão que estava para chegar e se isso impactaria o funcionamento comercial e dos transportes públicos.



Tá certo que no pior dia – quando, de fato, tivemos que voltar para o hotel mais cedo – tivemos a ajuda de amigos locais. Getting by with a little help from our friends :)

Para nossa frustração, no fim, nada de tufão. Passagem sem emoção.

Não tive pique para fazer várias coisas em Hong Kong – malzaê, Tiago! – ficando poucos dias, seu ritmo precisa se adequar ao da cidade. E, no fim, bateu um tipo completamente diferente de depressão: eu estava indo embora da Ásia.

Para quem quiser ir:
- “O melhor restaurante de Dim Sum do mundo!
- Ficamos no Comfort Hostel mas não recomendaria fortemente. Falei um pouco dele no Tripadvisor.
- O show de luzes já deve ter sido impressionante, mas não crie muitas expectativas.
- A Daisy tem muito mais para contar com post imperdíveis aqui e aqui.
- E já deu para adivinhar, né? O post do Tiago, bem mais completo.

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One Response to “hong kong”

  1. Daisy Says:

    Renata, que bom que gostou de Hong Kong eu também gosto, ou melhor, eu adoro viver aqui! Já Macau, eu até gostei, mentiria se dissesse que não, mas fiquei decepcionada pq achei que podia falar portugês à vontade, mas pelo que vc deve ter notado português mesmo só nas placas das ruas, né?!
    Quando quiser voltar, volte, até 2015 estarei por aqui.
    Beijos de Hong Kong

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